segunda-feira, 22 de setembro de 2014

A REAÇÃO DO CORPO AO TOQUE




Toque, ou a falta dele, pode ter efeitos profundos sobre o corpo e Na mente. Na década de 1920 Nos EUA, as mães, em vários momentos, foram alertadas contra tocar seus bebês demais para que não estragá-los. Mesmo hoje, com uma maior conscientização sobre a importância do toque, os pais e os seus filhos são muitas vezes separados por responsabilidades de trabalho. Ao mesmo tempo, várias gerações de famílias viviam juntas, o que daria mais oportunidade para saudável relação de toque; mas agora as famílias muitas vezes moram muito longe um do outro o que dificulta a disponibilidade de oferecer aquele abraço reconfortante com alguma regularidade.


Inúmeras pesquisas afirmam que a massagem desencadeia várias reações químicas dentro do corpo, incluindo um declínio nos hormônios do estresse como o cortisol, noradrenalina e adrenalina, e um aumento da serotonina e dopamina, que ajuda na redução da depressão. A massagem também tem mostrado melhorar a função imunitária e aumentar a atividade citotóxica, o que ajuda o corpo a lutar contra os agentes patogênicos.

O nível apropriado de toque para qualquer um, é claro, depende da situação. Para nós massagistas, o toque é o meio utilizado, desde a pressão dos dedos rítmica e alongamentos do Shiatsu até os sutis ritmos do Tantra. No contexto do tratamento o toque é aceito e esperado. Fora do escritório, na sala de espera, a questão do toque torna-se problemática. Quando o cliente chega você aperta as mãos, abraça ou não faz nada? Quando foi além das fronteiras habituais?

As vezes com um cliente antigo um abraço mais prolongado pode ser apropriado; na verdade, pode ser mais complicado de tratá-lo formalmente como um novo cliente com apenas um aperto de mão. Você pode abraçar um cliente do mesmo sexo, mas não o contrário. Você pode abraçar uma pessoa idosa, mas não um mais jovem.

São tantas regras que tocar de maneira legitima e gentil fica difícil.
Pode haver uma diferença cultural ou pode surgir de um fundo abusivo. Algumas pessoas, por natureza, são muito sinestésicas e outras têm uma aversão ao toque. É preciso estar atento e ter alguma compreensão dessas diferenças.

Ser capaz de efetivamente entrar em sintonia com as atitudes e níveis de aceitação em relação ao toque pode significar a diferença entre manter e perder clientes, amigos e negócios. Encontrar o equilíbrio certo de profissionalismo e conforto só vai melhorar a sua forma de lidar com o toque que é tão bom.

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