terça-feira, 9 de agosto de 2016

Massagem ajuda a tratar o mais comum Problema de Saúde Mental


Apenas cinco sessões de massagem sueca são suficientes para melhorar os sintomas de ansiedade, segundo nova pesquisa.

Os níveis de cortisol – conhecido como o hormônio do estresse – também foram reduzidos. As pessoas que participaram do estudo também tiveram sintomas de depressão reduzidos.

Massagem sueca é o tipo de massagem profunda que as pessoas estão mais familiarizadas. No Brasil, ficou conhecida como “massagem clássica”.
Professor Mark Hyman Rapaport, o primeiro autor do estudo, disse:
“Estes achados são significativos e se replicados em um estudo maior terão ramificações importantes para os pacientes e fornecedores.”
O estudo foi realizado em 47 pessoas com transtorno de ansiedade generalizada ou TAG. Pessoas que vivem com TAG estão em ansiedade quase constante. Com pensamentos negativos nublando sua mente todos os dias, pode ser muito difícil viver normalmente. TAG é normalmente tratada com a terapia e / ou medicação.
Para o estudo, o grupo que recebeu massagem sueca foi comparado com outro grupo em que as pessoas receberam toque leve. Ambos os grupos tiveram a massagem ou toque leve duas vezes por semana durante seis semanas. Cada sessão de terapia durou 45 minutos.
Os pesquisadores descobriram que a massagem reduziu a ansiedade, juntamente com sintomas de depressão, em comparação com o toque leve.

Melhor do que relaxar?

Um estudo anterior descobriu que a massagem não é melhor do que simplesmente estar em uma sala de relaxamento com música suave ( Sherman et al., 2010 ).
Drª Karen J. Sherman, autora desse estudo, disse:
“Ficamos surpresos ao descobrir que os benefícios da massagem não eram maiores do que os do mesmo número de sessões de “termoterapia” ou ouvir música relaxante. Isto sugere que as vantagens da massagem podem ser devidas a uma resposta de relaxamento generalizada.”
Outros estudos têm ligado massagem terapêutica para um sono melhor e melhorias no sistema imunológico.
O novo estudo foi publicado no The Journal of Clinical Psychiatry (Rapaport et al., 2016 ).
Fonte: Psyblog

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