quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Massagem capilar


Faça a Cabeça do Cliente! A massagem capilar é, atualmente, um dos serviços mais procurados nos salões. Alguns dispõem até de espaços exclusivos para este tipo de terapia, que une o útil ao agradável associando tratamento e relaxamento. Uma boa massagem produz efeitos imediatos. Ela estimula o couro cabeludo e revitaliza os fios. Associada com máscaras ou óleos essenciais, e complementada por vapor de ozônio ou raios infravermelho e ultravioleta, deixa os cabelos saudáveis e brilhantes. Mas seus benefícios vão além da estética.


A massoterapia relaxa toda a região da cabeça e melhora a circulação sangüínea, facilitando o transporte de nutrientes e oxigênio para o folículo piloso. Seus efeitos sobre o hipotálamo aumentam a produção das endorfinas e reduzem no sangue o cortisol, que é o hormônio do estresse. Além de ajudar a combater o estresse e o cansaço, massagear o couro cabeludo alivia tensões, regulariza o sono e as funções intestinais. A aceleração do retorno venoso facilita ainda a circulação e a oxigenação dos tecidos, potencializando a ação dos cremes ou óleos.

Para efeitos terapêuticos, os óleos essenciais são os mais indicados, porque têm ação anti-séptica e cicatrizante. O óleo é indicado pelo profissional para cada caso. Ele recomenda ainda ao cliente não lavar a cabeça após o procedimento, para que o produto seja bem absorvido pelo couro cabeludo. A massagem deve começar na parte frontal da cabeça e nas têmporas, continuar na nuca e terminar no alto do crânio. Os movimentos são de deslizamento, amassamento e fricção por todo o couro cabeludo, inclusive na nuca e no trapézio. Melhor ainda se a cabeça estiver levemente inclinada, favorecendo o afluxo de sangue para a região.


Em alguns salões funcionam os institutos Kérastase, espaços exclusivos para tratamento dos cabelos, com qualidade internacional. Massagens e outras terapias capilares são utilizadas para combater problemas do couro cabeludo, queda e descamação. A terapia também combate a oleosidade excessiva.






Fonte: Revista cabelereiros.com

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