terça-feira, 5 de agosto de 2014

Massagem das estações




A metodologia das estações.
Essa metodologia é uma prática aplicada de maneira individual ou em grupo, e é baseada na medicina chinesa e nos fundamentos ancestrais. De acordo com o Mestre Austregésilo, o corpo humano reage de diferentes formas aos estímulos externos, principalmente quando relacionado às estações do ano. “No outono, por exemplo, a massagem leva a nossa atenção para a pele e os pelos da pele. Dessa forma, trabalha-se com fricções e deslizamentos profundos”, diz ele.

A metodologia das estações é um estudo que dura cerca de 12 meses e é pautado em fisiologia, psicologia, nutrição e massoterapia, além de educação física no âmbito geral. “O foco da metodologia das estações é a melhora física e mental. Temos que saber aproveitar o nosso corpo em todas as estações do ano, pois cada uma delas necessita de uma atenção especial e diferenciada”.

 O corpo fala
Nosso corpo reflete o impacto de situações cotidianas, e de acordo com o Mestre Austregésilo, com a ajuda da medicina chinesa é possível identificar e tratar as causas de muitas doenças. O atendimento de massoterapia, , dura cerca de uma hora e é antecedido por uma conversa, em que se ouve do paciente um pouco da sua rotina e suas queixas. “Procuro conhecer um pouco dos hábitos do paciente e identificar as suas queixas, pois são resultados de situações vivenciadas. Digo, inclusive, que até a saudade dói fisicamente. E a medicina chinesa pode auxiliar a termos melhor qualidade de vida”.

Depois da conversa, identifica-se os pontos de dor e direciona o trabalho para as regiões correspondentes, pois na medicina tradicional chinesa, as emoções estão ligadas à saúde física e mental e seu controle pode impactar diretamente na qualidade de vida.

Além da metodologia das estações, um treinamento corporativo que ministra para empresas e que tem como foco o resgate à essência do ser humano, desenvolvimento pessoal, profissional e o entendimento dos trabalhos em equipe. “As pessoas conseguem trabalhar melhor e produzir quando conhecem as suas limitações e a dos outros. O trabalho que desenvolvemos procura levar a pessoa para fora do ambiente de trabalho, transformando os encontros em vivências e análises que interferem no mundo corporativo”.

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