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quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Fadiga na Medicina Chinesa


A fadiga é uma sensação generalizada de cansaço, muitas vezes sem razão aparente, a pessoa vive com uma sensação geral de cansaço, de falta de energia e de força muscular. A fadiga, nos dias de hoje é das queixas mais comuns entre os pacientes.

Na medicina chinesa é chamada de (Xu Lao) exaustão, que descreve não apenas um sintoma ou seja a fadiga mas também a sua causa. Para a medicina chinesa a fadiga pode estar relacionadas com diversas causas como constituição fraca, sobrecarga de trabalho ou seja trabalhar muitas horas sem descanso adequado, alimentação inadequada e irregular que afetam a energia do estômago e o Baço; doenças prolongadas; o consumo de drogas; falta ou excesso de exercício, por exemplo o trabalho físico excessivo enfraquece os músculos e o Baço, já o levantamento excessivo de pesos prejudica o Rim; o excesso de atividade física prejudica os tendões, levando depois a deficiência de sangue do Fígado, insónia ou maus hábitos de sono levarão também a fadiga.

Para a MTC a fadiga pode ser proveniente de deficiência energética ou resultar de uma condição de excesso ou uma combinação das duas. Após um diagnóstico onde é feita uma análise detalhada da queixa que o paciente traz, é analisado o pulso e a língua, são então identificados os padrões e escolhido o tratamento. No tratamento pode ser utilizado além da acupunctura a moxa, a fitoterapia e a massagem Tui Na . Assim através de um tratamento poderá reencontrar o seu equilíbrio e a sua energia.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Como atua a Medicina Chinesa


A Medicina Chinesa, com os seus 5000 anos, engloba a Acupuntura, a Fitoterapia, a Moxibustão, a Massagem Energética (Tui Na) e a Ginástica Energética (Qi Gong). Estas técnicas, sobretudo as duas primeiras, são o todo da Medicina Chinesa.

Na Medicina Chinesa o entendimento da doença é diferente da medicina convencional ocidental.

A doença para a Medicina Chinesa é o mesmo que desequilíbrio energético e a partir do momento em que nascemos estamos propensos a ter vários desses desequilíbrios, que podem ser tratados, como que reorganizando as nossas energias. Deste prisma torna-se mais fácil entender porque é que a Medicina Chinesa tem uma tão forte vertente preventiva.

Para reequilibrar as energias, tratando a doença ou prevenindo-a, há que aplicar a Fitoterapia, conjugando-a com a Acupuntura. As outras práticas têm também um efeito terapêutico, mas não são essenciais ao tratamento como as duas primeiras.

Quando se recorre a um profissional de Medicina Chinesa há que ter em conta que este vai prescrever um tratamento que combina as várias disciplinas da Medicina Chinesa, normalmente a Acupuntura e a Fitoterapia. Tratamento esse que pode ser feito a par de qualquer tratamento de medicina convencional que esteja a ser executado para a mesma patologia ou para outras que não estejam na mira da Medicina Chinesa.

Diagnóstico – Ler o Estado Energético

É que o diagnóstico energético que é feito em Medicina Chinesa determina a razão profunda da doença, que pode ficar ‘longe’ do local, por exemplo, da dor.

O diagnóstico vai determinar se a doença existe por a energia estar desequilibrada devido a estagnação, a não circular corretamente, a estar em excesso ou em deficiência. O diagnóstico faz-se pela observação do rosto, da língua, da palpação dos pulsos e da própria conversa com o paciente.

Acupuntura - Agulhas para a Saúde

Só numa orelha existem 365 pontos de Acupuntura e no corpo todo há mais 4000 pontos, entre pontos em meridianos e pontos extra-meridianos. Com estes números temos uma boa ideia de quantos lugares temos para podermos ser tratados com agulhas.

Os meridianos onde se encontram estes pontos são como que as ‘estradas’ onde circula a energia no nosso corpo. É nos pontos específicos destes meridianos que fazemos os tratamentos com as agulhas filiformes, de 0,2 mm de espessura.

A acupuntura começou por utilizar agulhas feitas de pedra, seguiram-se agulhas de osso e bambu, substituídas por bronze, aço, ouro e prata. Hoje em dia as agulhas, descartáveis, costumam ser de aço inoxidável.

A inserção de agulhas no corpo é indolor, podendo causar ou não sensações como formigueiro, dormência, calor, prurido.

A essência do tratamento não reside na agulha propriamente dita, mas sim no ponto onde ela é colocada e como é manejada e, na maior parte dos casos, o ponto escolhido para tratamento não tem nada a ver com a localização da doença.

Para tratar, a Acupuntura promove um melhor equilíbrio na energia do organismo através da inserção das agulhas nos pontos dos circuitos energéticos, os meridianos, contudo, não consegue aumentar o total de energia do indivíduo. É para isso que precisa da restante parte da MTC, sobretudo da Fitoterapia.

As agulhas não são colocadas sobre feridas abertas; vasos sanguíneos doentes como é o caso das varizes; e em determinados pontos contra-indicados para estados de saúde específicos, como a gravidez.

A Acupuntura pode, pois, ser descrita como um processos para regular a energia através da inserção de agulhas muito finas (ou da utilização de laser) em pontos específicos do corpo.

Fitoterapia – O Uso Milenar das Ervas

A Fitoterapia chinesa consiste no uso de plantas em composições que tanto tratam como agem preventivamente. É uma das disciplinas da MTC mais poderosas e conhecidas em todo o mundo, muito embora no nosso país seja a Acupuntura a ter mais fama.

Algumas das fórmulas utilizadas hoje em dia na Fitoterapia têm centenas de anos, outras têm vindo a ser atualizadas e muitas foram surgindo ao longo dos séculos de evolução da MTC.

Massagem Energética – Pressões para Curar

O Tui Na, ou massagem energética, é mais conhecida no Oriente do que no Ocidente, e trata patologias seja de forma isolada ou não.


Artigo da autoria do Dr. Pedro Choy
(Especialista em Medicina Chinesa)

sábado, 5 de maio de 2012

Médicos estrangeiros estudam medicina tradicional chinesa no norte da China



Ao todo 32 médicos de 18 países em desenvolvimento participarão de um treinamento que terá duração de três meses e foco em Medicina Tradicional Chinesa (MTC), na Província de Shanxi no norte da China e que terá início este mês, de acordo com as autoridades locais.

O curso inclui tratamento de acupuntura e massagem chinesa, disse o diretor de uma escola de acupuntura e massagem da Universidade de Medicina Tradicional Chinesa de Shanxi, Yan Ping.

"A acupuntura pode ser aplicada no tratamento de várias doenças sem causar efeitos colaterais, e por esta razão ficou conhecida como terapia verde e é cada vez mais popular entre estrangeiros", disse. 

Suchada Anotayanonth, uma tailandesa com 25 anos de experiência de trabalho em um hospital, disse que ainda tem muito que aprender sobre acupuntura, mas que já a utiliza frequentemente em seu trabalho.

"A medicina ocidental utiliza muitos medicamentos, o que é caro e pode causar efeitos colaterais fortes", comentou.

"Estudar MTC é difícil e também um desafio", disse Victor Nkhoma do Maláui, que tomou conhecimento sobre a MTC há cinco anos atrás na universidade.

Nkhoma disse que espera introduzir o tratamento nos hospitais públicos de seu país, pois poucas pessoas no Maláui têm conhecimento sobre acupuntura.

A Universidade de Medicina Tradicional Chinesa de Shanxi começou a oferecer cursos de acupuntura para estudantes internacionais em 1998. Mais de 800 participantes de quase 90 países participaram do curso desde então.

Os médicos que participam do treinamento levarão um mês praticando seus conhecimentos nos hospitais e instituições de pesquisa de MTC locais.

O departamento provincial de saúde de Shanxi oferece material de ensino com tradução em inglês aos participantes dos cursos para melhor atendê-los.


por Agência Xinhua

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Medicina Tradicional Chinesa



A Medicina Tradicional Chinesa é uma medicina energética, ou seja, toma como base a existência de uma estrutura energética para além do corpo físico, e afirma que no nosso corpo a energia circula por canais que têm pontos específicos que, ao serem estimulados, reorganizam a circulação energética de todo o corpo. A doença, por sua vez, é sempre uma desorganização da energia funcional que controla e dinamiza os órgãos.

Este sistema beneficia de experimentação e aperfeiçoamento ininterrupto há vários milhares de anos: com ele se obtêm resultados mais rápidos e profundos em acupuntura. Sem ele, a acupuntura fica reduzida a uma prática empírica, sem história científica e de alcance muito mais limitado.

Toda a cultura chinesa assenta em duas teorias base: a teoria do yin/yang e a teoria dos cinco elementos. Toda a visão do mundo dos chineses nasce a partir destes dois princípios básicos. A medicina chinesa, como legado cultural chinês, aplica estes princípios à compreensão da natureza e do corpo humano, e a partir daí constrói o seu corpo de saber científico tradicional.
Como atua a Medicina Chinesa

A Medicina Chinesa, com os seus 5000 anos, engloba a Acupuntura, a Fitoterapia, a Moxibustão, a Massagem Energética (Tui Na) e a Ginástica Energética (Qi Gong). Estas técnicas, sobretudo as duas primeiras, são o todo da Medicina Chinesa.

Na Medicina Chinesa o entendimento da doença é diferente da medicina convencional ocidental.

A doença para a Medicina Chinesa é o mesmo que desequilíbrio energético e a partir do momento em que nascemos estamos propensos a ter vários desses desequilíbrios, que podem ser tratados, como que reorganizando as nossas energias. Deste prisma torna-se mais fácil entender porque é que a Medicina Chinesa tem uma tão forte vertente preventiva.

Para reequilibrar as energias, tratando a doença ou prevenindo-a, há que aplicar a Fitoterapia, conjugando-a com a Acupuntura. As outras práticas têm também um efeito terapêutico, mas não são essenciais ao tratamento como as duas primeiras.

Quando se recorre a um profissional de Medicina Chinesa há que ter em conta que este vai prescrever um tratamento que combina as várias disciplinas da Medicina Chinesa, normalmente a Acupuntura e a Fitoterapia. Tratamento esse que pode ser feito a par de qualquer tratamento de medicina convencional que esteja a ser executado para a mesma patologia ou para outras que não estejam na mira da Medicina Chinesa.

Diagnóstico – Ler o Estado Energético

É que o diagnóstico energético que é feito em Medicina Chinesa determina a razão profunda da doença, que pode ficar ‘longe’ do local, por exemplo, da dor.

O diagnóstico vai determinar se a doença existe por a energia estar desequilibrada devido a estagnação, a não circular corretamente, a estar em excesso ou em deficiência. O diagnóstico faz-se pela observação do rosto, da língua, da palpação dos pulsos e da própria conversa com o paciente.

Acupuntura - Agulhas para a Saúde

Só numa orelha existem 365 pontos de Acupuntura e no corpo todo há mais 4000 pontos, entre pontos em meridianos e pontos extra-meridianos. Com estes números temos uma boa ideia de quantos sítios temos para podermos ser tratados com agulhas.

Os meridianos onde se encontram estes pontos são como que as ‘estradas’ onde circula a energia no nosso corpo. É nos pontos específicos destes meridianos que fazemos os tratamentos com as agulhas filiformes, de 0,2 mm de espessura.

A acupuntura começou por utilizar agulhas feitas de pedra, seguiram-se agulhas de osso e bambu, substituídas por bronze, aço, ouro e prata. Hoje em dia as agulhas, descartáveis, costumam ser de aço inoxidável.

A inserção de agulhas no corpo é indolor, podendo causar ou não sensações como formigueiro, dormência, calor, prurido.

A essência do tratamento não reside na agulha propriamente dita, mas sim no ponto onde ela é colocada e como é manejada e, na maior parte dos casos, o ponto escolhido para tratamento não tem nada a ver com a localização da doença.

Para tratar, a Acupuntura promove um melhor equilíbrio na energia do organismo através da inserção das agulhas nos pontos dos circuitos energéticos, os meridianos, contudo, não consegue aumentar o total de energia do indivíduo. É para isso que precisa da restante parte da MTC, sobretudo da Fitoterapia.

As agulhas não são colocadas sobre feridas abertas; vasos sanguíneos doentes como é o caso das varizes; e em determinados pontos contra-indicados para estados de saúde específicos, como a gravidez.

A Acupuntura pode, pois, ser descrita como um processos para regular a energia através da inserção de agulhas muito finas (ou da utilização de laser) em pontos específicos do corpo.
Fitoterapia – O Uso Milenar das Ervas

A Fitoterapia chinesa consiste no uso de plantas em composições que tanto tratam como agem preventivamente. É uma das disciplinas da MTC mais poderosas e conhecidas em todo o mundo, muito embora no nosso país seja a Acupuntura a ter mais fama.

Algumas das fórmulas utilizadas hoje em dia na Fitoterapia têm centenas de anos, outras têm vindo a ser atualizadas e muitas foram surgindo ao longo dos séculos de evolução da MTC.

Massagem Energética – Pressões para Curar

O Tui Na, ou massagem energética, é mais conhecida no Oriente do que no Ocidente, e trata patologias seja de forma isolada ou não.

Artigo da autoria do Dr. Pedro Choy*

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Funções dos Rins e da Bexiga na MTC



Na Medicina Tradicional Chinesa, a saúde da força dos rins é o fator mais determinante na vitalidade duradoura e longevidade de uma pessoa.

A função dos rins como regulador do metabolismo da água na prática da Medicina Tradicional Chinesa se relaciona intimamente com sua função na medicina ocidental, mas sua influência tem um alcance muito maior. Os rins são o local de armazenamento da essência vital (jing), uma substância sutil responsável pelo crescimento, desenvolvimento, reprodução e fertilidade. Os rins também são considerados a fonte de yin e yang para todos os outros órgãos, assim, uma disfunção.

Os rins são vulneráveis à emoção negativa do medo, que pode afetar adversamente e ao órgão complementar, a bexiga. Por isso muitas pessoas em momentos de perigo ou pânico, perdem o controle da bexiga...

E se você vem apresentando envelhecimento prematuro, osteoroporose, perda de dentes e cabelos, infertilidade e memória fraca e não tem idade avançada, CUIDADO!
Certamente, o “trabalhar em excesso e sem descanso” está drenando a energia dos rins.

O Rim “alimenta e controla os ossos”;
O Rim “armazena a força de vontade, controla o medo e afeta os sonhos”;
O Rim “tem a sua abertura nos ouvidos (ie. controla o sentido do ouvido)”;
O Rim “armazena a energia ancestral do ser humano”, entre outras funções'';
A Bexiga protege o corpo humano de uma das “energias cósmicas perversas”, o frio, e faz parte do primeiro nível de defesa contra influências externas

Estas são apenas algumas das funções dos órgãos, descritas na linguagem mais colorida da MTC, mas descrevem relações e funções reais. E em cada estação os órgãos que lhe correspondem têm uma atividade mais intensa e são mais facilmente afetados pelo meio-ambiente.

A acupuntura, terapêuticas herbárias, moxabustão, cone chinês, a massagem dos órgãos internos e a massoterapia constituem uma excelente maneira de estimular a energia vital e resgatar a sua saúde!

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Tratando doentes e não doenças


O entendimento dos conceitos de saúde e doença na Medicina Tradicional Chinesa é, no mínimo, interessante. A doença para nós sempre foi vista como algo que nos acometeu de repente, geralmente alguma coisa que veio “de fora”, totalmente independente da nossa vida cotidiana e da nossa vontade. Falando francamente, a doença ou qualquer sintoma nos vem como um obstáculo à nossa vida normal, ou seja, um estorvo, que deve ser eliminado o mais rápido possível para que então possamos voltar a fazer as mesmas coisas de antes.

”Quanto engano!”, nos diriam os sábios chineses antigos. Para eles, qualquer tipo de sintoma nos vem como um alerta, um aviso, um verdadeiro “amigo” que nos sopra ao ouvido que há alguma coisa errada em nosso ser total. Então, ao invés de simplesmente eliminá-lo, é preciso ouvir o que ele tem a nos dizer.
Sintomas: reflexos na superfície
Por que, diante de condições iguais, por exemplo uma exposição a um tempo frio, algumas pessoas começam a ficar com sintomas desagradáveis e outras não? E por que os sintomas mudam de uma pessoa para outra, se elas estiveram sujeitas às mesmas condições ambientais?

A resposta para esta questão está na resistência que a pessoa é capaz de impor à situação. A energia, o equilíbrio das funções internas é diferente de uma pessoa para outra, e uma vez que este equilíbrio seja rompido ou abalado, aí sim começam a aparecer os sintomas: uma tosse, uma dor na cabeça, calafrios, etc. Estes sintomas são diferentes de indivíduo para indivíduo… cada um tem suas armas para lutar, cada um tem seus próprios pontos fracos.

Os sintomas são um reflexo do organismo, da defesa energética, na tentativa de recuperar o balanço. Sinalizam sempre um desequilíbrio energético de base, mais profundo. Sintomas intensos nem sempre são ruins, eles podem representar a resposta de uma defesa interna forte, de uma luta na tentativa de expulsar os agentes patogênicos do corpo, que em medicina chinesa chamamos de “frio”, “calor”, “umidade”, “vento”, “segura” (diferentes qualidades de energia). Sintomas débeis podem indicar tanto um desequilíbrio não muito importante, como por outro lado podem estar indicando que o corpo está perdendo a capacidade de recuperar o equilíbrio perdido.

Comunhão com o todo
O ser humano está inserido no meio ambiente e responde às leis do Céu e da Terra. Portanto, necessita de constante adaptação. Não há como viver imune, isolado das energias externas que incidem sobre nós. Mas há como aprender a sustentar o equilíbrio interno para que a capacidade de resistência às constantes mudanças do meio fique eficiente.

Este raciocínio serve não só para os sintomas físicos, mas também os psicológicos. Não é possível viver à parte das inúmeras situações que nos geram angústia, desconforto, tristeza, raiva… Mas é possível mudar nossa atitude e com isso preservar o espírito e manter a harmonia interna.

A saúde, entendida deste modo, não é somente não ficar doente. É também ter a capacidade de ficar doente e se recuperar, ou seja, recuperar o equilíbrio energético, de modo que os sintomas desapareçam.

Tratando pessoas
Deste modo, na Medicina Tradicional Chinesa, não se tratam “doenças”. Acima de tudo se tratam “doentes”: organismos que por algum motivo estão “fora do eixo”, e precisam buscar um novo ponto de equilíbrio. Para isso é necessário não apenas eliminar os sintomas, mas entendê-los, escutá-los com atenção e tomar a responsabilidade de efetuar mudanças na vida cotidiana.

Pequenos ajustes podem fazer grandes diferenças, e estas medidas são sempre individuais. Não existem fórmulas mágicas e receitas gerais: “A mesma resposta não é necessariamente verdadeira em todas as situações. A verdade da vida é sempre mutante” (Tsai Chih Chung).

Oscilar é natural num mundo em constante mutação. O ser que não oscila, não é saudável. É importante que cada pessoa encontre o seu próprio ritmo.


Texto interessante que encontrei no blog da Analyce Claudino

terça-feira, 8 de novembro de 2011

China lançará grande pesquisa sobre recursos de medicina tradicional chinesa



A China lançará em breve sua quarta pesquisa nacional sobre recursos de medicina tradicional chinesa (MTC) para garantir o desenvolvimento sustentável da indústria, segundo autoridades de saúde pública.

Os trabalhos preparatórios foram concluídos e um programa piloto para a pesquisa será iniciado em breve, cobrindo seis províncias e regiões, incluindo Hunan, Hubei, Sichuan, Xinjiang e Yunnan, disse Wang Guoqiang, vice-ministro da Saúde.

Wang, também diretor da Administração Estatal de Medicina Tradicional Chinesa, falou neste domingo durante a reunião anual de profissionais farmacêuticos do país.

A última pesquisa do tipo, realizada entre 1983 e 1987, mostrou que a China possuía mais de 12 mil tipos de recursos de MTC, cuja maioria estava na natureza selvagem.

Especialistas preveem que este resultado provavelmente já mudou após mais de duas décadas.

"Uma nova pesquisa é necessária para fazer planos gerais para a administração, proteção e utilização de recursos da MTC", disse o professor Huang Luqi, vice-presidente da Academia Chinesa de Ciência Médica Chinesa.

A pesquisa também pode ajudar no estabelecimento de um sistema de avaliação dinâmico para os preciosos recursos, acrescentou Huang.

A MTC refere-se em geral ao sistema médico chinês integral baseado no equilíbrio e na harmonia do corpo.

Entre os componentes da MTC estão os remédios tradicionais de ervas e terapias inerentes, incluindo acupuntura, exercício físico e massagem terapêutica.

Dados oficiais mostram que a indústria da MTC registrou um bom resultado em 2010, com um valor de produção que aumentou 29,5% ao ano e chegou a 317,2 bilhões de yuans (US$ 50 bilhões), superando o de toda a indústria farmacêutica do país.

Além disso, especialistas previram que o valor da produção anual da MTC na China superará 1 trilhão de yuans (US$ 157,6 bilhões) até 2015.

(por Agência Xinhua)

sábado, 17 de setembro de 2011

Medicina tradicional chinesa e os cinco elementos



Para nós, do lado ocidental do mundo, às vezes é muito complicado compreender a teoria dos Cinco Elementos da Medicina Tradicional Chinesa. Outra nomenclatura que se pode dar a essa teoria é Os Cinco Movimentos, e suas essências não envolvem apenas elementos da natureza, mas também formas com que a energia se movimenta. A complexidade no estudo dessa teoria deve-se exatamente pela relação entre as características desses 5 elementos: o Fogo, a Terra, o Metal, a Água e a Madeira.

Os ciclos que envolvem esses cinco elementos têm uma forte inter-relação de geração, destruição, e dominação ou controle. O ciclo de geração se dá da seguinte forma: Fogo ; Terra ; Metal; Água; Madeira; Fogo. O ciclo da destruição é: Fogo ; Madeira ; Água; Metal ; Terra ; Fogo. Enquanto isso, o ciclo de dominação ou controle desenvolve-se: Fogo; Metal ; Madeira; Terra ; Água; Fogo.

Todos esses elementos, além de se associarem entre si, também podem representar estações do ano, ou órgãos do corpo humano. O fígado e os órgãos associados, por exemplo, são do elemento da madeira. O coração e os órgãos associados são do elemento fogo. O baço e seus órgãos associados são da terra. Do metal vêm os pulmões e os órgãos associados. Por fim, o rim e os órgãos associados são do elemento água.

Além disso, cada um desses elementos também representam as diferentes personalidades das pessoas. A madeira associa-se às pessoas que têm problemas em planejar, em tomar decisões e ações. As pessoas relacionadas ao elemento fogo adoram sair e se relacionarem com todas as pessoas, além de gostarem muito de rir. As pessoas que têm envolvimento com o elemento terra alimentam como uma mãe alimenta seu filho, mas por outro lado podem ter uma grande sensação interna de vazio. Quem é associado ao metal procura o que é puro e espiritual. Por fim, as pessoas água são persistentes e bastante determinadas.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Massagem chinesa



O Tui-Na é uma das massagens mais antigas do mundo (aproximadamente 3000 anos). Foi desenvolvida na China e é um componente importante da M.T.C. (Medicina Tradicional Chinesa).

É a mais importante arte de tratamento dentro do taoísmo devido a sua simplicidade. As únicas ferramentas terapêuticas do praticante são as suas mãos.

Dentro das diversas funções do Tui-Na, as mais atraentes para o público ocidental são os efeitos imediatos da massagem como o alívio da dor, relaxamento e estética.

O que muitos não sabem é que o Tui-Na e várias outras massagens orientais são excelentes complementos para tratamentos de disfunções orgânicas.

Existem várias rotinas de tratamento para insônia, gripe, dor de cabeça, torcicolos, bronquite, asma, entre outras. Infelizmente, ainda são poucas as pessoas que procuram a massoterapia como uma ferramenta de manutenção da saúde.

Equilíbrio da energia corporal
Para os chineses, o trabalho terapêutico do Tui-Na promove o livre fluxo de Qi (energia corporal) nos Jing Luo (canais e colaterais, ou simplesmente meridianos).

Os Jing Luo são uma espécie de "circuito bio-elétrico" do corpo e as desarmonias e estagnações nesses canais geram desequilíbrios físicos, psíquicos e emocionais.

Uma massagem bem feita por um profissional especializado equilibra o fluxo de Qi, promovendo a saúde e a qualidade de vida. Do ponto de vista ocidental o Tui-Na promove a circulação sanguínea e linfática, auxilia o retorno venoso, mobiliza fibras, músculos e tendões e gera calor.

Todos esses estímulos excitam mediadores bioquímicos endógenos do corpo, produzindo substâncias que geram prazer e bem estar

Alívio já
O valor terapêutico da massoterapia esta cada vez mais sendo valorizado pela comunidade científica. Um grupo de cientistas da Universidade de Granada na Espanha comprovou que uma sessão de 30 minutos de massagem pode ter o mesmo efeito que analgésicos na melhora da dor de cabeça (Folha de São Paulo), ou seja, confirmaram o que as culturas orientais já sabiam há milênios.

Paulo Ricardo da Costa Silva
Massoterapeuta

Fonte; Minha vida

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Efeito da massagem na constipação intestinal


A constipação intestinal, de acordo com Critério Rome II é caracterizada por dois ou mais dos seguintes critérios no período de 12 meses: esforço na evacuação, fezes endurecidas ou fragmentadas, sensação de evacuação incompleta, sensação de obstrução ano-retal e/ou bloqueio e manobra de facilitação em mais de 25% das defecações, associado a menos de três defecações por semana. É um problema de difícil solução e alta prevalência.

O objetivo desta pesquisa foi verificar o efeito da Massagem do Tecido Conjuntivo (MTC) na constipação intestinal crônica. Foi utilizado o método experimental cego com grupo controle negativo. Participaram do estudo dez voluntárias, de 20 a 37 anos, do sexo feminino, com constipação intestinal primária de acordo com o Critério Rome II. Foram excluídos gestantes, portadores de patologias obstrutivas intestinais, com diabetes mellitus, doenças gástricas e/ou neurológicas. A divisão dos grupos foi randomizada, em dois grupos de cinco pessoas. As voluntárias foram avaliadas com o escore de constipação no primeiro, quinto e décimo segundo dia e a avaliação do tempo de trânsito colônico foi realizada com marcadores radiopacos uma semana antes do primeiro dia e logo após o período correspondente ao tratamento.

O grupo controle fez todos os procedimentos de avaliação, mas não recebeu nenhum tipo de intervenção. O grupo experimental foi tratado com dez sessões de massagem do tecido conjuntivo na região correspondente à área do intestino, com manobras de traço e rolamento da pele. Os sujeitos foram orientados a não mudarem seu hábito alimentar e nem de atividade física.

Também foi solicitado que os sujeitos não utilizassem laxativos, supositórios ou enemas durante o período da coleta de dados. Na avaliação do escore de constipação observou-se uma diferença significativa entre o grupo controle e experimental (p = 0,00011), através da Análise de Variância de Medidas Repetidas com o teste de comparação de médias. A MTC também aumentou a freqüência das evacuações no grupo experimental. No tempo de trânsito colônico segmentar e total, não demonstrou uma influência significativa (p> 0,05).



Estes resultados podem ser atribuídos aos estímulos do arco reflexo parassimpático da defecação. O fato dos estímulos serem apenas na região dos dermátomos de inervação sacral, pode ter interferido apenas nos reflexos da defecação, e não ter promovido influência sobre a velocidade do trânsito intestinal.



O número da amostra também limitou as conclusões sobre esta variável, e embora tenha se observado uma redução do tempo de trânsito colônico segmentar e total, não se pode concluir que esta redução tenha se dado pelo estímulo da MTC.


OLIVEIRA, Ângela Midori Kuraoka de. Efeito da massagem do tecido conjuntivo na constipação intestinal. 2007. 79 f. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde)-Programa minter, Universidade de Brasília/UNIGRAN, Brasília, 2007.
http://hdl.handle.net/10482/2391


http://bdtd.bce.unb.br/tedesimplificado/tde_arquivos/6/TDE-2007-05-07T103440Z-930/Publico/Dissertacao%20Angela%20Midori.pdf

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Massagem chinesa age imediatamente no alívio da dor



A Tui-Na promove a circulação sanguínea, mobiliza fibras, músculos e tendões

O Tui-Na é uma das massagens mais antigas do mundo (aproximadamente 3000 anos). Foi desenvolvida na China e é um componente importante da M.T.C. (Medicina Tradicional Chinesa).

É a mais importante arte de tratamento dentro do taoísmo devido a sua simplicidade. As únicas ferramentas terapêuticas do praticante são as suas mãos.

Dentro das diversas funções do Tui-Na, as mais atraentes para o público ocidental são os efeitos imediatos da massagem como o alívio da dor, relaxamento e estética.

O que muitos não sabem é que o Tui-Na e várias outras massagens orientais são excelentes complementos para tratamentos de disfunções orgânicas.

Existem várias rotinas de tratamento para insônia, gripe, dor de cabeça, torcicolos, bronquite, asma, entre outras. Infelizmente, ainda são poucas as pessoas que procuram a massoterapia como uma ferramenta de manutenção da saúde

Equilíbrio da energia corporal

Para os chineses, o trabalho terapêutico do Tui-Na promove o livre fluxo de Qi (energia corporal) nos Jing Luo (canais e colaterais, ou simplesmente meridianos).

Os Jing Luo são uma espécie de "circuito bio-elétrico" do corpo e as desarmonias e estagnações nesses canais geram desequilíbrios físicos, psíquicos e emocionais.

Uma massagem bem feita por um profissional especializado equilibra o fluxo de Qi, promovendo a saúde e a qualidade de vida. Do ponto de vista ocidental o Tui-Na promove a circulação sanguínea e linfática, auxilia o retorno venoso, mobiliza fibras, músculos e tendões e gera calor.

Todos esses estímulos excitam mediadores bioquímicos endógenos do corpo, produzindo substâncias que geram prazer e bem estar.

Alívio já

O valor terapêutico da massoterapia esta cada vez mais sendo valorizado pela comunidade científica. Um grupo de cientistas da Universidade de Granada na Espanha comprovou que uma sessão de 30 minutos de massagem pode ter o mesmo efeito que analgésicos na melhora da dor de cabeça (Folha de São Paulo), ou seja, confirmaram o que as culturas orientais já sabiam há milênios.

Paulo Ricardo da Costa Silva
Especialidade: Massoterapeuta

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Gua Sha ( Medicina Tradicional Chinesa)

Com origem na pré-história, nomeadamente em comunidades indígenas que tinham por hábito ou instinto esfregar o corpo para aliviar sintomas de dor, a Guasha é uma das técnicas mais comuns na Medicina Tradicional Chinesa.

A palavra traduzida à letra significa raspar e na prática o processo terapêutico consiste em raspar a pele, com um objeto especial, tais como um chifre ou pedaço de pedra de jade - este último instrumento é mais comum.

Nos tratamentos é colocado um óleo especial sobre ao corpo, na zona de tratamento. A pele é raspada até se apresentar vermelha. É curioso referir que as áreas que têm desordens começam a apresentar, além da vermelhidão exterior, uma pigmentação mais profunda como se tratasse de sangue pisado.

Esta "hemorragia interna" é, de acordo com a MTC, sinónimo de estagnação dos fluidos vitais e da energia dos Meridianos. Mas graças ao óleo utilizado, o paciente não sente dor durante ou depois do tratamento. Aliás, sente até alívio, uma vez que a Guasha tem por objetivo normalizar o fluxo energético e consequentemente curar e aliviar dores.

Por seu turno, a pele não fica lesada e a pigmentação desaparece dentro de poucos dias, sem deixar vestígios.

Os fantásticos efeitos da Guasha devem-se à sua atuação simultânea na pele, dos tecidos conjuntivos, do sistema linfático, do Meridianos, nos músculos, nos vasos sanguíneos e, por último, nos órgãos internos.

Na verdade o simples gesto de raspar tem efeitos tão benéficos como a massagem, a moxabustão, a drenagem linfática o terapias de oxigenação e estimulação do sistema imunológico!

A lista de doenças passíveis de serem tratadas é vasta.
Destaque-se o reumatismo, as enxaquecas, fadiga crónica, dores nas costas e região cervical, ciática, problemas digestivos, asma, desordens metabólicas, angina de peito, hipertensão, deficiências do sistema imunológico, etc.


A medicina tradicional chinesa (MTC), também conhecida como medicina chinesa (em chinês 中醫, zhōngyī xué, ou 中藥學, zhōngyaò xué), é a denominação usualmente dada ao conjunto de práticas de medicina tradicional em uso na China, desenvolvidas ao longo dos milhares de anos de sua história.

É considerada uma das mais antigas formas de medicina oriental, termo que engloba também as outras medicinas da Ásia, como os sistemas médicos tradicionais do Japão, da Coreia, do Tibete e da Mongólia.

A MTC se fundamenta numa estrutura teórica sistemática e abrangente, de natureza filosófica. Ela inclui entre seus princípios o estudo da relação de yin/yang, da teoria dos cinco elementos e do sistema de circulação da energia pelos meridianos do corpo humano.

Tendo como base o reconhecimento das leis fundamentais que governam o funcionamento do organismo humano e sua interação com o ambiente segundo os ciclos da natureza, procura aplicar esta compreensão tanto ao tratamento das doenças quanto à manutenção da saúde através de diversos métodos.

Técnicas terapeuticas da MTC

São sete os principais métodos de tratamento da medicina tradicional chinesa:

1. Tui Na ou Tuiná (推拿)
2. Acupuntura (針疚)
3. Moxabustão (艾炙)
4. Ventosaterapia (拔罐)
5. Fitoterapia chinesa (中药)
6. Terapia alimentar chinesa (食療) ou dietoterapia chinesa
7. Práticas físicas: exercícios integrados a prática de meditação relacionadas à respiração e à circulação da energia, como o qi gong (氣功), o Tai ji quan (太極拳) e outras artes marciais chinesas internas que podem contribuir para o reequilibrio do organismo. Estas práticas são consideradas simultaneamente métodos profiláticos para a manutenção da saúde e formas de intervenção para recuperá-la. Práticas como o Zhan Zhuang (站椿), o Baduanjin (八段锦) e o Lian gong (练功)são realizadas atualmente fora do contexto das artes marciais.

A medicina tradicional chinesa utiliza a fitoterapia e outros medicamentos como seu último recurso para combater os problemas de saúde.

Segundo sua crença básica, o corpo humano dispõe de um sistema sofisticado para localizar as doenças e direcionar energia e recursos para curar os problemas por si mesmo.

O objetivo dos esforços externos deveria se focar em cuidadosamente auxiliar as funções de auto cura do corpo humano, sem interferir. Refletindo esta mesma ideia, um ditado chinês diz que "qualquer remédio tem 30% de ingredientes venenosos".

Atualmente, a medicina tradicional chinesa está progressivamente incorporando técnicas e teorias da medicina ocidental em sua práxis, em especial os tipos de exames sem características invasivas.

Outras técnicas associadas a estes métodos

* Gua Sha ou "esfregar moedas" (刮痧), técnica associada ao Tui Na.
* Auriculopuntura (耳燭療法), especialidade da acupuntura.

Diagnostico
Os aspectos básicos a considerar em um diagnóstico pela MTC são:

* observar (望 wàng),
* ouvir e cheirar (聞 wén),
* perguntar sobre o histórico do paciente (問 wèn),
* palpar o pulso, tórax e abdome, várias partes do corpo, os canais e os pontos (切 qiè).

A partir das informações reunidas desta forma pelo terapeuta, é elaborado um diagnóstico usando como referência um sistema para classificar os sintomas apresentados.

Este sistema se fundamenta no conhecimento dos seguintes princípios teóricos:

* A relação de Yin/Yang
* A Teoria dos Cinco Elementos
* Os oito princípios do Ba Gua
* A teoria dos órgãos Zang Fu
* Os Meridianos de energia
* Os Seis níveis
* Os Quatro estágios
* O Triplo aquecedor


Técnicas de diagnóstico

* Tomada do pulso da artéria radial do paciente em seis posições distintas para avaliar o fluxo de energia em cada meridiano.
* Observação da face do paciente.
* Observação da aparência dos olhos do paciente.
* Observação da aparência da língua do paciente.
* Observação superficial da orelha.
* Observação do som da voz do paciente.
* Palpação do corpo do paciente, especialmente do abdômen.
* Comparações da temperatura em diferentes partes do corpo do paciente.
* Observação da veia do dedo indicador em crianças pequenas.
* Tudo mais que possa ser observado sem instrumentos e sem ferir o paciente, como uma conversa levantando seu histórico de saúde e suas queixas atuais.

Para trabalhar com os sistemas de diagnósticos da MTC é preciso desenvolver a habilidade de observar aparências sutis, observar o que está bem a nossa frente mas escapa da observação da maioria das pessoas.

Na China atual, cada vez mais o diagnóstico pela MTC interage com métodos de diagnóstico ocidentais, direcionando-se gradualmente para uma total integração entre os dois sistemas. Frequentemente os praticantes combinam os dois sistemas para avaliar o que acontece com seu paciente.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Massagem Terapêutica Chinesa


Ciência milenar desenvolvida na China é uma Massagem relaxante aplicada como forma de tratamento.
Visa harmonizar a energia essencial do corpo (CHI) entre o YIN e o YANG, através de massagens nos meridianos e pontos reflexos do corpo.
Se fundamenta na teoria dos 5 elementos: água, fogo, terra, madeira e metal que simbolizam os órgãos internos.

Segundo a Medicina Tradicional Chinesa, não existe doença, mas sim um desequilíbrio energético e bloqueios no fluxo do CHI, que pode ser por deficiência ou por excesso e fatores patogênicos (doença).
Quando o fluxo de energia está em harmonia, temos a saúde, nos sentimos relaxados e com entusiasmo, sem tensão ou dores.

As técnicas usadas na MTC são o AN MA, o TUI NA e o SHIATSU, que empregam manobras de deslizamentos, pinçamentos, amassamentos, fricções, percussões, rolamentos, movimentos passivos e movimentos respiratórios.

Alguns efeitos que a massagem produz
Sobre o Sistema Nervoso - produzindo um efeito relaxante ou estimulante dependendo da manobra usada, pressão ou fricção.

Sobre o Tecido Muscular – aumenta o tônus, a elasticidade, alivia dores, contraturas, prevenindo também a atrofia muscular.

Também são excelentes os efeitos no sistema respiratório, digestivo, em tendões, nas juntas, na circulação sanguínea e no sistema linfático.

Atuação da massagem na esfera psico-emocional

Desenvolvimento da consciência corporal.
Afrouxamento das couraças musculares de caráter.
Facilita a emergência de conteúdos inconscientes pela própria natureza regressiva da massagem.

A massagem pode ser um agente de transformação pessoal.
Algumas indicações

Prevenção e manutenção da saúde no sentido mais amplo.
Restabelecimento do equilíbrio dos fluxos energéticos (CHI).
Tensões e contraturas musculares sem lesões tissulares como na rotura ou distensões.
Stress.
Coadjuvante em tratamentos médicos e psicoterápicos fora do período agudo da inflamação.
Preparação para práticas desportivas.
Relaxamento.
Interação inter-pessoal.
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